Ucraniano testou positivo para substância proibida e fica afastado até 2028
O Chelsea enfrenta um prejuízo milionário após a confirmação da suspensão de quatro anos do atacante Mykhailo Mudryk por violação das normas antidoping. O clube londrino desembolsou R$ 388 milhões em janeiro de 2023 para tirar o jogador do Shakhtar Donetsk.
A punição foi aplicada pela Federação Inglesa de Futebol após o atleta ucraniano testar positivo para Meldonium, substância banida pela WADA (Agência Mundial Antidopagem) desde 2016. O exame foi coletado no final de outubro de 2024, e o resultado do teste “A” confirmou a presença do medicamento anti-isquêmico na urina do jogador.
Suspensão preventiva já estava em vigor
Desde dezembro do ano passado, Mudryk já cumpria suspensão preventiva enquanto aguardava o julgamento do caso. O Meldonium, também conhecido como mildronato, é um medicamento utilizado para tratar problemas cardíacos, mas foi incluído na lista de substâncias proibidas há oito anos.
Segundo informações do jornal The Athletic, a defesa do atacante planeja contestar a decisão junto ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), buscando reverter ou reduzir a punição aplicada.
Contrato milionário até 2031
O jogador de 25 anos possui vínculo com o Chelsea até junho de 2031, o que torna o prejuízo ainda maior para os Blues. Desde sua chegada a Londres, Mudryk disputou 73 partidas pela equipe inglesa, marcando 10 gols e distribuindo oito assistências.
Revelado nas categorias de base do Shakhtar Donetsk, o atacante era considerado uma das maiores promessas do futebol ucraniano antes de se transferir para a Premier League. A suspensão o manterá afastado dos gramados até 2028, representando um dos maiores fracassos recentes do mercado de transferências europeu.